quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Gerente de Projetos Home Office: É possível?


Os motivos ou justificativas usadas por quem quer aderir ao home office são diversos: Economia de recursos, corte de gastos, maior qualidade de vida, produtividade, entre outros. É um assunto em alta quando falamos sobre o futuro da forma de trabalhar porém é um tema relativamente recente no Brasil.
Antes de tudo, precisamos esclarecer o conceito de Home Office. Entenda que “home office” não significa “trabalho em casa”. O significado mais próximo é uma modalidade de trabalho fora do escritório ou locais convencionais. Você pode atuar como home office em cafés, aeroportos, escritórios de coworking e até mesmo em… casa.
Além disso, esta modalidade não é para qualquer pessoa. Não basta ter o ambiente adequado, preparado para trabalhar remotamente. É necessário que o profissional seja auto-organizado, auto-gerenciado. Precisa ter a responsabilidade de cumprir horários, registrar as atividades trabalhadas, como se estivesse dentro da empresa.
Não confunda home office com “trabalhar pouco para ganhar mais”. Esta modalidade não tem relação com as promessas milagrosas que encontramos na internet prometendo “trabalhe sem sair de casa, renda extra trabalhando pouco”. Também não significa ficar 100% do tempo fora do escritório. O mais comum neste tipo de trabalho é ficar fora da empresa dois ou tres dias, ou ainda reuniões presenciais a cada 15 dias.
Falando agora especificamente de Gerenciamento de Projetos, será que é possível termos uma Gestão de Projetos remota, em home office, lidando com recursos e partes interessadas em diversos locais do país e, quem sabe, do globo?
É comum um gerente de projetos lidar com diversos projetos, com centenas de envolvidos e em alguns casos projetos em diversos países, sendo impossível estar com todos os membros das equipes o tempo todo.
“A maioria dos gerentes dos projetos concluídos com sucesso gastou aproximadamente 90% do seu tempo envolvida em algum tipo de comunicação”. Seja ela escrita, falada, de forma não-verbal, com um estilo formal ou informal, os gerentes devem saber aplicar os diferentes tipos e estilos de comunicação, assim como desenvolver um ambiente que propicie uma comunicação franca e aberta entre os participantes do projeto” (DINSMORE, 2005). 
A atuação de um Gerente de Projetos é, em boa parte do seu tempo, apoiando sua equipe em busca de remover os impedimentos para a realização do projeto. E este apoio, esta busca, é feita através de comunicação nas suas mais diversas formas.
Além de atuarmos como removedores de impedimentos em projetos, uma grande atuação que temos como Gerentes de Projetos é o monitoramento e controle do projeto. Para isso, a equipe precisa lhe fornecer informações do projeto, como volume de horas utilizado, atividades, entregas concluídas, termos de entrega assinados, etc.
Abaixo deixo algumas dicas e considerações que acredito serem básicas para um Gerente de Projetos atuar como home-office atingindo o sucesso nos seus projetos:

Ambiente preparado e vestimentas
Nada de trabalhar de pijama (cuecoffice) ou na mesa da cozinha. Tenha uma sala, um escritório, seja na sua casa ou fora dela para trabalhar. Vista-se como se fosse ao escritório, mesmo trabalhando em casa. Isso ajudará a reforçar que você está em horário de trabalho.
Tem esposa, filhos, cachorros? Deixe claro para eles qual é seu horário e forma de trabalhar para que não seja interrompido ou a forma como devem interrompe-lo.  Afinal, nada mais constrangedor do que você estar em uma conferência com sua equipe e alguém gritar chamando você pra abrir um pote na cozinha.

Aplicativos e ferramentas
Tenha sempre as ferramentas necessárias para seu trabalho, pagas ou gratuitas. Considere que as ferramentas não irão obrigá-lo à trabalhar com elas, você precisa inserir as informações e se auto-organizar pra isso. Vale tanto ferramentas instaladas, como MS Office, ou remotas como Google Docs. Tudo depende da sua forma de trabalhar.
Precisa ter conexão com a intranet da empresa? Resolva tecnicamente com sua equipe como ter este acesso, seja VPN, acesso remoto, entre outras, mas garanta que você terá acesso a tudo o que precisa, dispensando a necessidade de locomoção por conta de um arquivo que está sem acesso. E nem preciso dizer que você precisa de acesso à internet de qualidade para trabalhar.

Transforme reuniões desnecessárias em e-mails ou conferências rápidas
Ninguém gosta de reuniões longas, distantes, que parecem intermináveis e não entregam nada, não atingem objetivos. Estamos em 2015 e deslocar várias pessoas para um local físico, pagando passagens aéreas, pedágios, combustível não é viável nem necessário na maioria dos casos.
Em projetos Agile, é comum termos reuniões no inicio do dia para planejarmos as atividades, tanto técnicas como de gestão. Estas reuniões costumam durar apenas 15 minutos e podem ser feitas remotamente.
Diminua o tamanho dos e-mails. Um e-mail deve ser usado para registro, comunicações pontuais e rápidas. Assuntos complexos ou que podem dar margem para longas discussões devem ser tratados via conferência ou telefone, fazendo apenas um registro em ATA para os envolvidos.
E quem gosta de proximidade, acha importante os envolvidos nas reuniões estarem no mesmo local? Existe tecnologia para isso, onde através de telões, imagem de alta resolução e ambientes iguais dá a impressão de que estão na mesma sala com pessoas ao redor do mundo.

Defina prazos, entregas e SLAs
O projeto pode ser tradicional ou ágil. Em ambos existe a necessidade de entregar relatórios e informações para diversas partes interessadas. Quando definir o Plano de Comunicação do projeto, além de definir quais são estes relatórios e para quem vão, defina a frequência e o SLA em que estas informações precisam ser entregues ou recebidas.
Desta forma sua equipe saberá quando lhe fornecer informações do andamento do projeto e você saberá quando deverá passar esta informação adiante ou controlá-la, minimizando os contatos para solicitar estes documentos e informações.

Foque na solução e busque a forma mais rápida
Perde-se muito tempo em projetos com discussões sobre quem é o culpado ou causador de algum problema no projeto. Fuja disso! Foque na solução dos problemas. Projetos possuem prazos para terminar e não devemos gastar nossos recursos com discussões. Se você não é um advogado, que precisa culpar alguém em um processo, não foque nisso. Entenda o problema com sua equipe, registre as causas, proponha a solução e busque-a.
Trabalhando em home office isso se faz ainda mais necessário, evitando longas conferências ou discussões por e-mail. Estas situações são as principais causas em que empresas abandonam esta modalidade por acharem que os recursos não irão conseguir se entender à distância.

Respondendo a pergunta do título do artigo. Sim, é possível ser um Gerente de Projetos home office. Tenha responsabilidade sobre suas atividades e busque qualificar sua equipe para que ela trabalhe com você e não contra você. Desta forma seu trabalho em home-office serão tão ou mais produtivo que estar constantemente junto com sua equipe.

Fonte: http://www.vignado.com.br/?p=322

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Parou TUDO! Os dados estão criptografados!!!

Recentemente muitas notícias em grandes canais de comunicação estão alertando e apresentando diversas empresas que foram impactadas pelos malwares do tipo Ransom (resgate), que criptografam os arquivos das empresas e solicitam um valor a ser pago para o resgate. Gostaria, neste artigo, de apresentar alguns pontos de reflexão sobre o tema.

De forma bem didática, existe uma confusão quanto a forma de infecção deste malware. O primeiro ponto é que a maioria das empresas afetadas não foram “invadidas” no sentido que algum Cracker realizou um ataque direcionado à aquela empresa para criptografar os dados.

É utilizado o conceito de invasão, dentro da área de Segurança da Informação, quando uma empresa sofre um ataque planejado especificamente para aquela empresa, ou seja, o Cracker ou grupo de Crackers, estuda a empresa antes, realiza diversos levantamentos e direcionada um ataque específico para explorar alguma vulnerabilidade tecnológica ou não. Quando escrevo “tecnológica ou não” é porque o ataque pode ter sido originado por Engenharia Social.

A diferença é que nestes casos de invasão, o Cracker está buscando o acesso naquela empresa alvo. Já os malwares Ransom, e qualquer outro tipo demalware, trojan ou vírus são distribuídos, na sua grande maioria, de forma aleatória para milhares ou milhões de contas de e-mail de forma automática e utilizando as técnicas de Phishing (e-mail falso). Maiores detalhes dos conceitos de Phishing, acessar o artigo “Engenharia Social”.

Imagem via Shutterstock
Imagem via Shutterstock


Após está breve introdução entre as diferenças, gostaria de contribuir com alguns posicionamentos.

Boa parte das empresas e prefeituras impactas por este malware e que foram entrevistadas nos noticiários demonstraram baixo nível de maturidade em relação à Segurança da Informação. Se vocês, caros leitores, conhecem alguma empresa nesta situação de total indisponibilidade, analisem as seguintes perguntas:

  • Existe na organização firewall controlando o tráfego de dados entre a empresa e o ambiente externo?
  • Antivírus corporativo no ambiente, instalado em todos os equipamentos e atualizado?
  • Restrição de categorias ou sites para navegação na Internet?
  • AntiSpam eficiente no ambiente?
  • Sistema de backup corporativo? Com estrutura física e lógica para garantir a integridade dos backups? O backup é feito de forma automática pelo software?
  • Política de Segurança da Informação implementada de forma eficiente dentro da empresa? Todos os funcionários tiveram treinamento? Campanhas de conscientização?
  • Normas específicas formalizadas para utilizar o e-mail corporativo? A Internet? O celular?
  • Quais foram os últimos investimentos realizados em Segurança da Informação?

Enfim, poderia elencar várias outras perguntas, mas o grande objetivo é contextualizarmos o cenário atual das empresas em relação a Segurança da Informação. Afinal, se a informação é um dos bens mais valiosos e críticos, dentro de qualquer empresa, prefeitura, escola, governo, por que não a proteger?

O ponto chave é que nós, seres humanos, não fomos educados a viver nesta era do conhecimento e do compartilhamento de informações. Não fomos educados, pelo simples fato de que na época dos nossos pais não existiam Whatsapp, Twitter, Linkedin, Facebook, entre outros. Não criamos a cultura conhecida de “comportamento seguro”. Kevin Mitnick informou no seu livro que 40% do investimento em Segurança da Informação deveria ser destinado ao treinamento de funcionários e campanhas de conscientização, justamente porque o elo mais fraco da corrente é o ser humano.

Este comportamento seguro, entre eles, criar senhas complexas, realizar a troca periodicamente, não compartilhar a senha, detectar quando um e-mail é Phishing, não repassar uma informação interna para terceiros sem antes validar a origem do solicitante, entre outros, só é criado nas pessoas através da conscientização. A mudança de cultura em qualquer ambiente só ocorre se a pessoa entender que aquilo faz sentido para ela.

Hoje em dia, as empresas não podem mais trabalhar somente de forma reativa quando o assunto é Segurança da Informação, visto que um incidente poderá impactar toda a organização e os impactos serão em todas as vertentes (financeiro, imagem, reputação, credibilidade, contratos, obrigações legais e fiscais, entre outros).

Vale reforçar que o apetite pelo risco, ou seja, a decisão de aceitar ou mitigar os riscos envolvidos, deve ser tomada pela alta administração das organizações. Cabe a nós profissionais da área, apresentar estes riscos através de uma abordagem clara e estruturada.   

Caso sua empresa esteja passando por este contratempo, existem praticamente duas formas de restabelecer a operação:

  1. Pagar o “resgate” das informações. Esta seria, teoricamente, a forma mais rápida para a continuidade do negócio, porém, existe um risco iminente do Cracker receber o dinheiro e simplesmente não enviar a chave de decriptografia.
  2. O segundo cenário é realizar a restauração das informações através do último backup íntegro. O tempo para restabelecer 100% a continuidade do negócio seria maior se comparado com a primeira alternativa, porém, mais seguro.

Para finalizar o artigo, o principal objetivo foi apresentar que, através de um planejamento estruturado de Segurança da Informação, com investimentos dentro do orçamento das empresas (indiferente do tamanho e setor de atuação), irá mitigar estes riscos relacionados à Segurança da Informação.

Fonte: http://www.profissionaisti.com.br/2015/10/parou-tudo-os-dados-estao-criptografados/

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Gestão de TI: por onde começar

Tenho visto diversos artigos dedicados às absurdas exigências para vagas de tecnologia. Exige-se demais e paga-se pouco. Este tem sido o assunto do momento nos canais de discussão para profissionais de TI e chega a ser preocupante.

Comentei um artigo no Profissionais TI (PTI), que tratava exatamente esta questão. Inclusive o autor citou algo interessante sobre meritocracia para justificar um estagiário com salário de R$ 4 mil. Nada contra pagar este valor para um estagiário, principalmente se ele é competente e agrega valores à empresa, mas não faz sentido manter este profissional sendo estagiário. Faça a promoção! Então este ponto ficou furado, na minha opinião.

Conhecendo “ontem” para compreender “hoje”

Para que possamos compreender nossa atual situação é necessário conhecer a história. Neste caso não precisamos retroceder tanto assim, mas compreender um período importante para os profissionais de TI que foi o nascimento desta categoria. Não muito longe, surgiram pessoas importantíssimas como Steve Jobs e Bill Gates. Estes caras, junto com seus amigos, foram responsáveis por uma verdadeira revolução, popularizando a tecnologia e permitindo que computadores pudessem chegar às mãos de pessoas além dos laboratórios das universidades e grandes empresas. Surgiram os computadores pessoais ou mais conhecidos como PC (Personal Computer).
A cada ano que passava, mais pessoas tinham acesso aos computadores de uso doméstico e criou-se uma nova perspectiva na sociedade. O que fazer com um computador? Nasce, então, o mito da “profissão do futuro”, que seria a mais bem paga do planeta. Surge nosso primeiro grande erro: confundir “dominar a informática” com “profissionais da informática”.
Revistas semanais eram publicadas com trechos de códigos de programas como se fossem receitas de bolos. Nas bancas e livrarias, um público ansiando por ser este profissional do futuro e ganhar muito dinheiro, deixaram suas formações originais (administradores de empresas, advogados, contadores, farmacêuticos, médicos, etc…) para encontrar seu espaço como programadores autônomos. Estes programadores encontraram, por sua vez, empresas e comércios querendo fazer uso de sistemas para automatizar seus negócios. Isto acabou gerando um ciclo vicioso, caro e traumático para quem desejasse implementar um sistema de computador.
Uma leva enorme de pseudo-profissionais estava no mercado sem conseguir garantir a qualidade do produto que criavam. Problemas surgiam sem soluções imediatas. Com isto, empresas passaram a investir cada vez mais em profissionais de tecnologia e rotular esta área como a mais cara do mercado. Mas era cara porque investia-se muito em retrabalhos, correções, novas soluções… Empresários e comerciantes ficaram reféns dos maus profissionais de TI.

Amadurecimento da TI

A tecnologia passou por diversas transformações. Cursos, carreiras, novos direcionamentos surgiram e passou-se a ter mais organização. Surgiram novos segmentos para formar diferentes especialistas na área de TI. Infinidades de normatizações e documentações surgiram para dar respaldo ao contratante e ao contratado. Verdadeiros mediadores surgiram e ser um profissional de TI passou a ser algo tão burocrático que projetos passaram a custar ainda mais com a justificativa de serem mais assertivos. A área de TI passou a contar com mais especialidades, surgiram organizações regulamentadoras para projetos, metodologias e, no final deste complexo ecossistema, lá estão os programadores.
Na minha opinião pecamos pelo excesso de cuidados devido aos traumas de um crescimento desordenado da área de TI, mas estamos conseguindo chegar, aos poucos, em um meio termo bem razoável. A área de TI hoje é dividida basicamente em infraestrutura e programação. Dentro destes dois grandes grupos temos os especialistas e generalistas que interagem com as áreas de negócios que utilizam os sistemas.
As faculdades passaram a preparar melhor o profissional e hoje enxergamos a preocupação de algumas instituições de ensino em filosofar menos sobre teorias e preparar mais o profissional para as necessidades reais do mercado.

Um novo horizonte

Agora discutimos algo mais importante e que, na minha opinião, é fundamental para o sucesso da TI nas próximas décadas. Inserir o aluno do Ensino Fundamental no aprendizado de lógica da programação. Pode soar um exagero para muitos, mas a lógica de programação nada mais é do que estimular o cérebro humano a trabalhar rapidamente com tomada de decisões, uma vez que ensinamos um equipamento burro a “resolver problemas”. Isto traz grandes benefícios não somente para os futuros profissionais de TI, mas para qualquer ser humano, independente da profissão que venha a escolher. É comprovado que profissionais de TI possuem um raciocínio mas rápido do que a média e tomam decisões complexas com mais facilidade e menos riscos de erros. 
Outro ponto importante é que a tendência seja que qualquer pessoa esteja apta a programar, assim como aprender outro idioma. Já vem acontecendo com profissionais que utilizam planilhas de cálculos avançadas, criando verdadeiros sistemas programando macros. É uma linguagem como qualquer outra.

Chegando ao recomeço

Agora que você conhece um pouco da história e das tendências em tecnologia, vamos tratar do grande problema mencionado no começo deste artigo: as exigências absurdas por uma remuneração medíocre.
Empresas com um qualificado gestor de TI e que realmente conhece TI, não cometerão a gafe de abrir vagas exigindo tantas tecnologias diferentes pagando tão pouco. Muitas vezes a empresa precisa apenas de um profissional recém formado e com domínio de uma linguagem de programação específica. Este profissional não custará alto para a empresa e o mesmo trabalhará satisfeito porque o investimento que ele gastou para isto foi mínimo. Por outro lado, a empresa pode precisar de um profissional mais experiente em uma determinada ferramenta e terá que desembolsar um pouco mais para pagar o que é justo.
Mas somente um bom gestor de TI é capaz de identificar as lacunas existentes e preenche-las corretamente com os profissionais adequados. Caso contrário, acontecerá o que muitos vêm apontando que são as vagas exigindo tantos conhecimentos em graus de experiência tão elevados que o profissional, para atender estas exigências, deveria ter 20 anos de carreira em TI. No entanto, a vaga remunera como se fosse um recém formado. Por quê isto vem acontecendo?
Simples. Por que estas empresas não sabem contratar. Por que estas empresas não têm um profissional que realmente entenda as tecnologias aplicadas na empresa e, consequentemente, para não errar na contratação, saem pedindo toda a sopa de letrinhas que encontram no vasto mercado de TI. O resultado são péssimas contratações, profissionais insatisfeitos,  produção baixa e alto turn-over. Então, por onde começar?
Começar pelo alicerce. Toda empresa precisa ter alguém que tenha a capacidade de identificar as reais necessidades tecnológicas da empresa e contratar as pessoas que atendam especificamente estes requisitos técnicos. Caso a empresa não tenha estrutura para manter um gestor de TI competente, então que busque um gestor de TI para fazer esta consultoria e montar uma equipe adequada. A consultoria certamente trará um excelente custo-benefício e, com o passar do tempo, a vaga de gestor de TI será necessária para que a empresa, cada vez mais dependente da TI, esteja preparada para atender e competir no mercado em que atua.
Tem sido gratificante, por onde passo, aplicar estes conhecimentos e ver, no decorrer de 1 ano, o alto rendimento da empresa no segmento em que atua. A tecnologia bem aplicada é um fator determinante para oferecer um serviço ou produto diferenciado, seja qual for o segmento.

Fonte: https://andreykurka.wordpress.com/2014/04/14/gestao-de-ti-por-onde-comecar/